Termas, sepulturas e até um teatro são alguns dos vestígios encontrados no sítio arqueológico greco-romano na costa norte do Egipto, que abre ao público em setembro, anunciou o ministro da Cultura, Faruk Hosni.
As ruínas da marina El Alamein abrem ao público em meados de Setembro, após dez anos de trabalhos arqueológicos e restauro, tendo sido instalado um sistema de iluminação de alta tecnologia que permitirá visitas nocturnas, segundo um comunicado do Conselho Superior de Antiguidades.
O conjunto monumental é composto por várias 'villas', termas e um teatro da época romana e ainda uma igreja e sepulturas, cronologicamente anteriores, da época greco-romana, disse o director do Conselho, Zahi Hawas.
Hawas afirmou que a marina de El Alamein foi um dos portos mais importantes e conhecidos nesta época.
Na época greco-romana, correspondente à implantação da dinastia dos Ptolomeus no Egipto, o porto chamava-se 'Locasis' o que significa 'a concha branca', numa referência à cor da sua areia.
El Alamein foi restaurado no âmbito de um plano de desenvolvimento dos sítios arqueológicos da costa mediterrânica egípcia, do Conselho Superior de Antiguidades.
As escavações e restauro do que é o maior sítio arqueológico da costa mediterrânica do Egipto duraram dez anos e as autoridades contaram com o apoio do Instituto Arqueológico Polaco e o Centro de Investigação norte-americano no Egipto.
Fonte: DN

0 comentários:
Enviar um comentário